As Mostras que os Primeiros Anos Mostraram

Para o 1º ano A organizar seus trabalhos, precisou mergulhar na cultura de milênios que tem a China, uma das civilizações mais antigas do mundo e das mais ricas em matéria de cultura oriental.

Inspirados pelo SUMIÊ – pintura que se disseminou por toda a Ásia – expuseram mistura de colagens e pintura.

Os mergulhos do 1º B e 1º C foram quase literais: desceram ao fundo das águas de lagos, rios e mares. Entre a inumerável espécie de vida animal ali contida, escolheram os peixes como os exemplos de maior beleza.

O 1º B preferiu o modelo do grafismo indígena, a fim de criar suas obras com escamas em relevo, de formatos e colorações variadas. Por sua vez, o 1º C escolheu o pintor brasileiro Aldemir Martins, que, antes deles, já havia bebido na mesma fonte.

Da China para o Brasil e das águas para a terra, a viagem de conhecimento do 1º D foi rumo ao Nordeste, essa região rica de influências do branco colonizador, do nativo e do escravo. Baseando-se na complexa cultura nordestina, montaram sua exposição com o tema do Bumba-Meu-Boi.

O 1º E pôs sua jangada no mar. Ficaram encantados em saber que essa embarcação é exclusiva do Nordeste brasileiro, e que a modernista Djanira dedicou parte de sua obra às telas de

velas triangulares e coloridas. Foram as pegadas dessa pintora que o 1º E resolveu seguir.

Buracos negros, planetas, galáxias, nebulosas e afins. Como pequenos astronautas ou cosmonautas os 1º F e 1º H  foram aos ares distantes. Depois da leitura do livro A Toalha Vermelha, do autor e ilustrador Fernando Vilela, a garotada também imergiu na matéria e energia cósmicas.

Glub-glub-glub: muita sonoridade desse tipo acompanhou a pesquisa do 1º G  já que os alunos se dedicaram a conhecer a vida dos mergulhadores, profissionais que trabalham em múltiplos setores, no fundo das águas. Esses homens e mulheres especiais reapareceram em réplicas plásticas de pinturas e intervenções fotográficas. na mostra do  G.

 

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