A Paz que todos querem

Um verdadeiro enigma, esse… Se a humanidade inteira parece proclamar que está em busca da tranquilidade e da harmonia, por que é que acontece de sempre se estar procurando que a Paz chegue e fique entre nós?

Será que ela é fictícia? Uma utopia?

Ela está, talvez, ao alcance apenas dos “homens de boa vontade”, e nem todos têm boa vontade.

Mas o Rosário pertence ao primeiro grupo, aquele de pessoas fazendo o possível para garantir, a si próprias e aos que as rodeiam, um clima de amenas convivências.

Estas e outras considerações ganharam vulto durante as celebrações da semana de São Domingos de Gusmão.

Na Capela, predominando crianças e adolescentes, painéis e alunos da Ação Social garantiram que houvesse perfeita sintonia entre o público e as mensagens que deixaram São Domingos, Mère Anastasie, Mandela – vozes que chegam através dos tempos – ou de Malala, a jovem que está presente entre a multidão do século XXI.

Em preces, pedidos sinceros, reflexões muito profundas, os rosarianos estão em muito boa companhia quando se trata de estabelecer a Paz.

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